Sobre YFU

Intercâmbio Cultural

O representante também participa do intercâmbio

No ano passado, o YFU ganhou um novo representante em Uberaba, MG. No ano passado, Fabiano Sant’Anna recebeu duas estudantes estrangeiras e este ano está recebendo três. Pelo que podemos ver, ele está muito feliz com essa nova atividade:
fabiano e stds
Quando se torna um representante de área, não se faz ideia da grandiosidade de uma amizade. É assim que posso definir o meu contato como representante e amigo de meus três protegidos. Não que eles sejam anjos, mas porque são como filhos. Nosso contato, liberdade e respeito faz desse ano um dos mais fantásticos de minha vida. Estamos sempre em contato: conversamos quase todos os dias e damos boas risadas das gafes ou acontecimentos diários. Quem convive com intercambistas sabe que acontecem com frequencia. Agora só há algo a preocupar…um ano passa rápido!

Chegada nos Estados Unidos – tudo é novidade!

junior no boliche

Está na época do embarque dos estudantes para os Estados Unidos. Um grupo viajou no dia 4 de agosto e outro viaja no dia 25. As novidades, as expectativas, tudo isso é uma delícia para quem está vivendo e para quem está acompanhando. Quem já viveu a experiência de intercâmbio, tem uma lembrança toda especial desse período; quem ainda vai fazer vive a antecipação dessa aventura.
Tudo o que os outros contaram, tudo o que jé se viu em filmes ou se leu em livros passa a acontecer, com suas diferenças, é claro. Afinal, estamos falando da vida de pessoas de verdade.
casa do junior
Um dos intercambistas deste ano é o Junior, estudante de São Ludgero, em Santa Catarina. Ele fez um blog para contar as novidades para a família e amigos.
O Junior tem uma família americana bem grande: pai, mãe, dois irmãos americanos (14 e 13 anos), três irmãs (18, 16, 02) e um irmão alemão (outro intercambista, o Jannis).
E nós vamos dar uma olhadinha no que ele já contou:
junior na cozinha
Cindy, hoje preparou uma vasilha imeeeeeensa de cookies, deu na faixa de 10 fornadas, temos cookies pra dar e vender! Acabei experimentando cookies cru, e cookie assados, os crus sao bons, mas os assados sao melhores, forever and ever!
Marshmellows, sao otimos, principalmente com chocolate por cima deles, derretidos em uma fogueira, que acabou sendo detonada por uma tempestade louca.
Hoje fomos a uma festa de casamento, primeiro, quando chegamos eu nao sabia que era uma festa de casamento, segundo, eu e jannis nao conheciamos quase ninguem.
Host family, meeeu nao tenho o que falar sobre eles, eles sao simplesmente DEMAIS.
Irmãs, todas simplesmente loucas, mas todas gentis ao extremo! “COOOOORNER” (aquela brincadeira de se esmagar no carro, poise, fazem aqui tbm)
Irmãos, idem!
Pais de intercâmbio, mais gentis e mais divertidos? IMPOSSIVEL
Irmão alemão, idem!
Por hoje e so, se cuidem e ate outra hora!

Bom, colegio e um tipico colegio americano, corredores extensos, lockers por toda parte, e cada professor com sua sala de aula, so que meu colegio e menor que os dos filmes haha
Ontem fui escolher minhas materias, peguei as seguintes: Ingles 12 (nivel Senior :x ), Advanced Biology (Bora dissecar sapos, gatos, etc), Advanced Math (Bora aprender toda parte de Trigonometria denovo!), Water Conservation (Estudar a agua vai ser comigo mesmo, voltar um empregado da Samae praticamente HAUHA, nessa aula vo ter que analizar todas substancias da agua que o professor trouxer, poise, essa materia vai ser uma quimica aplicada praticamente), ASL (ajuda comunitaria, vo ajudar velhinhos com tudo quanto e tipo de coisa, a mullher falou que vou fazer desde ficar uma aula inteira sentado na sala com dois velhinhos conversando, e assistindo tv, ate mesmo arrumar uma garagem inteira), Acconting (vo basicamente administrar meu money nessa aula), Oratoria (mulher disse que pode me ajudar em falar o ingles :D ) e tem mais umas que eu realmente nao me lembro. Mas gostei das minhas aulas, parece que vai ser divertidas.
Logo em seguida da escolha, fomos na sala das aulas de ingles, ja conheci a professora, parece ser muito legal, ela ja mostrou os livros que vamos ler (Beowulf, uma penca de Shakespear e mais outros), e aqui ela disse que toda aula escolhe alguem pra falar sobre o livro, alem de uma penca de atividades que ela faz com o livro, logo vo ter que ler forcadamente haha
Visistei o refeitorio, nao parece que sao muitos alunos no colegio, porque o refeitorio e bem pequeno.
Mas acho que era isso, saudades de todos,
Abraços e beijos, Junior.

Gostinho de Brasil

chimarr  o menor

Nada como ter curiosidade e disposição para experimentar coisas novas e conhecer um pouco mais do nosso país. Tomar chimarrão é o que há de mais típico no Rio Grande do Sul, e a mais nova gaúcha, a estudante alemã Paulina, recém-chegada ao país, já adotou o novo hábito.
Aliás, na verdade, adotou uma nova família.
no aeroporto

Aline, a mãe brasileira, parece animada com a experiência de intercâmbio:
A chegada da Paulina foi emocionante. Ela é um doce e já parece completamente adaptada.
Ela achou o frio do sul parecido com o verão da Alemanha :P !!!!
É uma menina fácil, educada, inteligente, muito madura e interessadíssima na cultura brasileira. É muito estimulante, pois ela participa de tudo com grande empolgação. Acho que tivemos muita sorte!
A voz dela é maravilhosa! Como essa é uma casa “musical”, acho que ela está se divertindo bastante.

cantando

Coração brasileiro

kerli e johanna no jogo 1
Quarta-feira, dia 12, em Tallinn, capital da Estônia, a seleção brasileira, no jogo Brasil X Estônia, contou com a torcida de alguns fãs muito especiais. Entre eles, estavam Johanna e Kerli, duas estudantes estonianas que no programa de 2008/2009 passaram um ano fazendo intercâmbio no Brasil.
Johanna morou em Uberaba, em Minas Gerais, e Kerli, em Fortaleza, CE. O ano de intercâmbio no Brasil deixou uma marca muito forte nas meninas, ao ponto de terem ido ao estádio torcer pelo Brasil.

Ainda bem que a nossa seleção não desapontou as meninas!!!!

Novos brasileiros

grupo stds 2
Em julho de 2009, 48 estudantes estrangeiros do YFU chegaram ao Brasil como participantes do programa de longa duração. Esses jovens estão espalhados por diversas cidades de todas as regiões brasileiras, porém os comentários são muito parecidos.

“Sim, Araruama e muito lindaa!! :)

Eu sou muito feliz em Uberlândia. Gosto muito da minha familia hospedeira.

A vida em Feira de Santana é óptima!”

Tudo bem! E você?
Niterói é muito linda!

É muito emocionante! Eu gosto de Porto Alegre e da minha família brasileira! beijos.”

Desejamos a todos os estudantes e a suas famílias anfitriãs um ano de muito sucesso e alegrias!!!

Estudante do Summer program agita Araruama

O programa de “summer” tem esse nome porque acontece nas férias de verão para os estudantes do hemisfério norte, só que eles chegam aqui no nosso inverno. Em 2008, isso não fez muita diferença porque no mês de julho teve muito calor e tempo bom.
Ana Lúcia foi a mãe brasileira de Meagan, estudante americana que passou seis semanas no Brasil, em Araruama, RJ. Vamos ver o que ela tem a nos contar.

impressionada com o valor e a quantidade de havianas no

Muito empolgada, mas com muito medo, chegou o dia 26 de junho de 2008, dia de conhecer pessoalmente Meagan, uma adolescente de 18 anos, moradora de Minster, interior de Ohio, distante 12 horas da praia mais próxima que fica na Carolina do Sul.
O medo era tanto que levei o meu professor do EXCEL, que também é dos meus filhos, junto. Pois como moro em Araruama, Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, nossa volta para casa iria durar no mínimo duas horas.
Minha maior preocupação era o sotaque, se era muito carregado e se ela seria uma pessoa simpática, nas fotos era a simpatia pura.
Meus filhos, gêmeos, com 16 anos, que inventaram isso tudo junto com o professor, eram a figura do pavor em duas pernas.
Sou uma pessoa muito expansiva, falante e desinibida, portanto faço amizade em um piscar de olhos.
Quando chegamos ao hotel para apanhá-la fui ao banheiro, pois assim que ela descesse do quarto pegaríamos a estrada novamente. Aí começa minha aventura: ao sair do banheiro veja aquela americana bem loirinha conversando com o Roberto e o Ruy, eu não perdi tempo abri os braços dei um abraço bem forte, dois beijinhos e já disse logo: aqui são dois beijinhos. Meus filhos mudos estavam e mudos continuaram, alias acho que era o terror que fez com que eles ficassem mudos (rs).
Durante as duas horas de volta para casa Roberto e Meagan conversavam muito, eu às vezes falava alguma coisa, pois costumo dizer que meu inglês é para sobreviver.
Ao chegarmos em casa já era bem tarde e só pude mostrar uma parte da casa pois minha avó e minha mãe já estavam dormindo, instalei Meagan no quarto do Rodrigo pois coloquei-o para dormir com o irmão, pois as instruções do YFU foram bem claras, como era uma moça precisava ter seu próprio quarto.
No dia seguinte mais que depressa liguei para muitas meninas que conheci por terem amizade com meus filhos e pedi help, pois precisava de meninas da mesma idade para interagir com minha hóspede.
Durante esses quase dois meses fomos à praia 90% dos dias, ela conheceu nossa história em Petrópolis, os principais pontos turísticos do Rio, comeu e provou tudo que demos a ela. Participou de festa junina, a caráter e tudo, inclusive dançou quadrilha.
Mergulhamos em Arraial do Cabo e como bons brasileiros fizemos alguns churrascos. Aprendeu a dança do creu, a dança do siri do programa pânico, adorou açaí, comeu feijoada e por fim já estava dizendo “Aí meu Deus!”
Só que ela aprendeu uma coisa que normalmente americanos e europeus não têm “calor”. Ela já abraçava e beijava as pessoas sem precisar explicar que isso era nosso natural, tirei fotos dela tendo a iniciativa em abraçar as pessoas e beijar também.
Os adolescentes que passaram a freqüentar minha casa foram tantos que quase passei a distribuir senha por dia, pois todos queriam sugar o máximo da Meagan.
o carro s   andava abarrotado 1
Para irmos à praia as pessoas começavam a ligar de véspera e se o carro já estivesse cheio, deixava sua vaga marcada para o dia seguinte.
Nessas amizades todas feitas existe uma que foi fantástica! Ela se chama Pámela. Quando disse que ela precisava fazer companhia a mim e a Meagan ela disse que não sabia nada e não gostava de inglês, disse que não era problema.
Ao final desses quase dois meses a Pámela falava inglês com o tempo dos verbos certos, já tinha um vocabulário invejável e hoje ela estuda no EXCEL.
Eu comecei dizendo que para mim não existia passado e nem futuro, só o presente, por isso colocava todos os verbos no presente. Pois a Meagan me corrigia com muito carinho, assim como corrigia minha pronuncia em muitas palavras. Hoje estou melhorando minha escrita pois no segundo dia fizeram um orkut para ela, com isso todos os amigos que ela fez durante esse tempo continuam se comunicando com ela e eu praticando o inglês.
Sei que conquistamos o coração dela, pois ao perguntar o que ela mais gostou do Brasil a resposta era o povo e no dia do embarque, chorou muito. Coloquei minha casa a disposição no caso dela querer voltar para visitar ou voltar para trabalhar e precisar de um lar para morar.

amigas

Com a palavra, o pai brasileiro

kristi hf

KRISTI VALBE, este é o nome da minha terceira filha, uma menina de 16 anos, vinda da Estônia, que não falava sequer uma palavra em português, mas tinha um algo a mais em seu olhar. Uma pessoa encantadora de caráter e personalidade fortes, mas de uma delicadeza sem igual.

Através da YFU, Deus nos permitiu, a mim e a minha família, conhecermos e convivermos com a Kristi, que, neste ano que passou conosco, nos conquistou e nós a conquistamos para a eternidade.

No começo tivemos algumas dificuldades com relação à comunicação, pois do estoniano para o inglês e para chegar ao português, não é fácil. Mas após algumas investidas, ela com cinco meses de Brasil, já falava de qualquer assunto com quem quer que seja em português e, detalhe, quase sem sotaque… realmente o esforço dela foi maravilhoso.

Nós moramos em Caçapava, interior de São Paulo, no Vale do Paraíba, entretanto levamos a Kristi por duas vezes ao Rio de Janeiro, cidade que ela amou. Mostramos também todo o litoral norte de São Paulo, Ubatuba, Caraguatatuba, São Sebastião e Ilha Bela. Estivemos em Paraty, onde ela ficou maravilhada com a beleza do passeio de barco que fizemos. Fomos à cidade de São Paulo, onde visitamos vários locais; fomos também à região de Campos do Jordão, ou seja, passeamos bastante, e ela teve a oportunidade de conhecer algumas cidades bem peculiares de nosso país.

A Kristi adaptou-se muito bem a culinária brasileira e a todos os nossos costumes, adorou o nosso clima e curtiu muito o sol e o calor de nosso país. No colégio que estudou, foi muito bem recebida e conquistou várias amizades, conseguindo interagir muito bem com seus professores, passando até peculiaridades e hábitos de seu país de origem.

A integração da Kristi foi plena em todos os sentidos, família, amigos, cultura, língua, clima, alimentação e etc… Em suma, fizemos que uma estoniana amasse o nosso Brasil em que tenha em seu coração e em sua mente ótimas recordações de momentos maravilhosos vividos aqui.

Finalizando, gostaria de deixar uma mensagem a minha querida filha: “Por todo lugar que você estiver, não interessa a distância, saiba que o seu pai brasileiro estará sempre com você no pensamento e principalmente no coração”.

Eu te amo…

kristi HFa

Intercâmbio nos Estados Unidos

eu

Olá pessoal!
Meu nome é Elisa Castelo Branco, e fiz intercâmbio em Michigan, nos EUA em 2007/2008. O preparatório da viagem é um das partes mais angustiantes. Será que minha família vai gostar de mim? Será que eu vou gostar deles? E o lugar, como será? Gastamos horas e horas na internet pesquisando o lugar onde vamos morar. E cadê que eu achava informação da minha cidade? De tão pequena, praticamente não tinha informações! Porém, em Agosto lá fui eu, com a cara e a coragem. No começo tudo é muita novidade, muita informação, muito aprendizado, muita saudade e você acha que não vai dar conta… Porém com o tempo, tudo vai melhorando e a melhor fase da nossa vida começa. É tanta coisa nova.
Fui para uma escola bem pequena, que não chegava nem a 800 estudantes, o que facilitou no processo de fazer novas amizades. Me envolvi em várias atividades durante o ano. Participei de duas peças, joguei basquete (habilidades mínimas, mas o que vale é a experiência hahaha) e fiz atletismo. Fui a encontro de jovens de igreja.. muito divertido!
Minha família e eu nos demos muito bem. Eles são uns amores e tenho muitas saudades deles! Fui a terceira intercambista deles, e eles mostram que receber estudantes em casa é tão bom quanto ser um. Meu amigos, nossa, tenho certeza que são pra vida toda. Passamos por tanta coisa juntos.
As memórias são infinitas. Como esquecer da primeira neve? Da primeira (porém ,não única) queda na tentativa de esquiar? De presenciar a mudança das estações? Dos jogos da escola? Das viagens? Dos dias só jogando conversa fora? Com nossas invenções de cozinhar, sempre acabávamos fazendo a maior bagunça.
A diversão sempre esteve presente e nós aprendemos tanto, que nem sentimos. O inglês torna-se fluente, a vergonha de falar vai embora, amadurecemos, nos tornamos mais responsáveis e mudamos de idéia em relação ao mundo, pois aprendemos que tem muita coisa lá fora que antes não nos dávamos conta.
Mas o tempo passa rápido e é hora de voltar pra casa. A saudade aperta dos dois lados. Ficamos tristes e felizes ao mesmo tempo. Aí voltamos pra casa com a bagagem cheia, não só de roupas, presentes, comidas, mas de aprendizado, realização e uma nova maneira de ver as coisas.
Sem dúvida alguma, ser intercambista foi a melhor coisa que já fiz na minha vida!

Letônia: uma boa opção

Nos últimos anos, estamos vendo vendo crescer a procura por países não tão conhecidos. Desde 2006, temos enviado regularmente estudantes para a Estônia e para a Hungria, mas para a Letônia só enviamos uma estudante brasileira e para um programa de curta duração. Ana Toledo, estudante do Rio de Janeiro, fez intercâmbio na Alemanha em 1999/2000 e em 2002 participou de um programa de curta duração na Letônia. Entre as novidades que trouxe de lá, disse que os Letões adoram flores e costumam presentear-se com elas. Aproveitando que a primavera está chegando, vamos relembrar o texto que a Ana nos enviou na época.
Let  nia 05
Em julho de 2002 fiz parte de um programa do YFU Letônia chamado “Baltic summer programm for volunteers” que encontrei na Internet. Fiquei duas semanas na capital Riga, a mais cosmopolita dos países bálticos, na casa de uma família muito simpática e receptiva. Foram duas semanas inesquecíveis! A Letônia é um país duas vezes maior do que a Bélgica mas que só tem 2,5 milhões de habitantes. Destes apenas 63% são etnicamente letãos, um fato muito sensível para eles. A Letônia já foi dominada por suecos, alemães e russos em vários momentos de sua história. Para não perderem sua identidade, os letãos conseguiram com muito esforço manter seu idioma e suas tradições muito distintas contando sempre com a arte como instrumento. Uma das expressões artísticas favoritas deste povo é a música e a dança. O folclore letão contém uma das maiores coleções de canções tradicionais do mundo e diz-se que existe praticamente uma para cada letão. Ao contrário do que muitos pensam, a cultura letã e seu idioma em nada tem a ver com a cultura e idioma da Rússia.
A Letônia é muito rica em belezas naturais. A maior parte de seu território é composto de florestas. As praias também são muito bonitas, limpas e preservadas. São tão importantes que existem várias palavras em letão para dizer cada tipo de praia. Os letãos adoram flores e gostam de presenteá-las a amigos e pessoas queridas mesmo sem nenhum motivo especial. Os letãos são tímidos às vezes, mas muito calorosos e divertidos quando os conhecemos, além de adorarem a visita de estrangeiros interessados em sua cultura.
Fiquei muito feliz de ter conhecido um povo tão maravilhoso, uma cultura tão rica, uma paisagem tão fantástica e uma família hospedeira tão legal. A Letônia é incrível! E eu ainda tive a sorte de poder comemorar o meu aniversário lá! Com direito a muita música, dança e flores!
Let  nia 01

Por que escolhi o YFU?

Muitas vezes recebemos mensagens de pais e estudantes as quais nos emocionam e fazem com que desejemos continuar trabalhando para proporcionar aos jovens esse tipo de experiência de vida que não só o enriquece como indivíduo mas também transforma aqueles que o cercam. São esses sinais que nos demonstram que estamos trabalhando de fato por um mundo melhor e pela paz mundial.
Esta semana recebemos um e-mail de um ex-estudante de Belém que estava prestes a enviar seu próprio filho para a experiência de intercâmbio. Nesse momento de grande emoção e expectativa, Everton nos enviou o texto abaixo que serviu de estímulo para todos do escritório nacional e que, traduzido, foi enviado para todos os voluntários nos Estados Unidos que ainda trabalhavam na colocação dos últimos estudantes internacionais.

logo yfu 1

Porque escolhi enviar meu filho através do YFU?

1 – Porque INQUESTIONAVELMENTE em se tratando de Realização de Sonhos, Desejos e Planos para o meu filho, eu como um pai não poderia correr riscos.
2 – Porque após verificar o histórico de seus dirigentes observei que: Tradicionalmente na contingência ( nos imprevistos ) seus Diretores são altamente capazes de solucionar problemas.
3 – Seus membros vestem a camisa, quero dizer HONRAM OS PRINCÍPIOS QUE OS NORTEAM, CUMPRINDO COM OS COMPROMISSOS ASSUMIDOS.
4 – O YFU constrói e alimenta a VERDADE em todos os seus relacionamentos.
5 – O YFU age com ÉTICA, HONESTIDADE acima de todas as CIRCUNSTÂNCIAS.
6 – O YFU esta aberto para mudanças e inovações e VERDADEIRAMENTE se preocupa e CUIDA de seus intercambistas.
7 – O YFU se comporta com UM ESPRÍTO DE TIME e nutre esse sentimento.
8 – O YFU acredita em suas habilidades e TEM UM PROFUNDO RESPEITO PELO PRÓXIMO.
9 – Eu, como Pai escolhi o YFU, porque o YFU tem um sentimento… FAMÍLIAYFU.
10 – Enfim escolhi o YFU para enviar o que tenho de mais precioso ( MEU FILHO ) porque seus membros são APAIXONADOS PELO FUTURO.

Então, não posso ter errado.

Everton (Pai)